26.01.1925 - 26.09.2008
Beastwars - Blood Becomes Fire (2013)
Há 13 anos
Críticas e notícias de cinema e TV
Outro grande vencedor da noite foi 30 Rock, uma série que já tinha dado provas no passado, mas que confirma aqui o seu imenso valor e a capacidade de liderança da grande Tina Fey, mentora da série. 30 Rock levou, para além do prémio de melhor série musical ou cómica, o prémio de melhor actor nesta categoria, atribuido a um Deus do ramo, Alec Baldwin. Também Tina Fey levou o prémio de melhor actriz e melhor argumento. Mad Man levou também o prémio de melhor argumento na sua categoria. O mais nomeado da noite, Damages, acabou por levar o tão esperado Emmy de melhor actriz para Glenn Close que tem aqui, sem exagerar, um dos papéis da sua vida. Também Zeljko Ivanek levou o Emmy de melhor actor secundário pela mesma série.Houve, claro, tempo para muitas situações cómicas, cois aque já se esperava ao juntarem Ricky Gervais, Steve Carrel, Jon Stewart, Stephen Colbert e William Shatner no mesmo pavilhão. Também Tom Hanks teve o seu momento cómico quando recebeu o prémio de Sally Field, sua mãe em Forrest Gump. Destaque ainda para Ricky Gervais que recebeu cinco nomeações individuais, maior parte delas devido ao episódio final da sua recente criação "Extras". Gervais que vai aos poucos conquistando o mundo televisivo com a sua mentalidade de Brit Comedy. Um dos principais senhores da situação actual da comédia mundial. Os apresentadores foram os cinco nomeados ao prémio de melhor apresentador que, de apresentadores pouco tiveram. Apenas Heidi Klum se safou nesse panorama, tendo vários momentos cómicos, um deles com Shatner.Melhor Actor (Drama): Bryan Craston (Breaking Bad)
Melhor Actor Secundário (Comédia): Jeremy Piven (Entourage)
"Iron Man" é um triunfo nos filmes baseados em heróis de banda-desenhada. E vem numa altura em que os filmes de super-heróis estão em alta, sendo este, sem dúvida, o ano mais memorável de sempre no que toca a esse assunto. Se por um lado é verdade que "Homem-Aranha" iniciou a febre dos filmes de super-heróis de "última geração", o facto é que este género só se confirmou sólido este ano com a chegada de "O Incrível Hulk", "Iron-Man" e, acima de tudo, "Batman, O Cavaleiro das Trevas".
A realização é muito eficaz dando até hipótese a Favreau de brincar um pouco com ângulos e situações ao longo do filme. Certos pormenores trazem também muita nostalgia (como a parte em que Terrence Howard olha para o fato preto e diz "talvez noutra altura") àqueles que estão familiarizados com a história do herói. A banda sonora é boa e acompanha muito bem o filme.
Se são fãs de filmes de super-heróis, não hesitem em comprar. Se são fãs de filmes de acção, não pensem duas vezes. Se são fãs de cinema, pensem um bocadinho e depois vão comprar. Um must-see. Um grande filme para se ver, de preferencia, em Blue Ray. Eu pelo menos recomendo muito vivamente.
PS: Hoje às 01h da manhã, se puderem, não percam os Emmys no AXN. Apresentação de Conan O'brien. Amanhã contem com um resumo da cerimónia e respectivos vencedores.
"Don't Mess With The Zohan", ou Não te Metas com o Zohan, é muito parecido com "Get Smart" no sentido em que é um filme mau mas cómico. Embora este seja ainda pior em termos de cinema per se. No sentido artístico da coisa, é muito mau. No entanto, tal como anteceu em "Get Smart", este filme tem actores que fazem por merecer cada dólar que recebem e salvam o filme da desgraça total.
Admitamos, antes de mais nada, que nenhum dos actores tem aqui um papel de uma vida. Adam Sandler já viu melhores argumentos à frente (embora tenha participado na escrita deste) e já fez melhores papéis tambem, mas agarra-se ao personagem de tal forma que o espectador é capaz de se interessar por ele. Os maneirismos que Sandler incorporou em Zohan (ou Scrappy Coco) são muito bons e cada fala sua faz rir (mais pela maneira como está dita do que escrita). O melhor momento em termos de actores vem na seguda metade do filme onde vemos reunidos personalidades como Kevin Nealon (entra em todas e ainda bem), Dave Matthews (já não é exactamente um estreante nestas andanças, e ainda bem), Rob Schneider (fiel seguidor de Sandler e ainda bem) e até Mariah Carey aparece (e ainda bem).O vilão é nada mais, nada menos que John Turturro, um grande actor de teatro que de vez em quando gosta de se mostrar a publicos mais diversificados. E fá-lo muito bem. Para finalizar, há ainda Indo Mosseri e Emmanuelle Chriqui, que não deslumbram mas também não se fazem passar mal pelo filme.
A melhor forma que tenho de pôr este filme é que é um grande filme para se ver em DVD. Em casa de um amigo. E já agora, que tenha sido o amigo a comprar o DVD. Porque não vale metade dos 5 euros que se gasta a ir ao cinema.
As votações para os "Superbock Superblog Awards" encerraram. Não que conte com muitos votos mas é bonito avisar.
Aviso também que estarei de férias até dia 15 de Setembro, por isso, entretanto, não contem com novidades neste blog. Prometo, no entanto, voltar com o prometido especial sobre a campanha do grupo Amorim: "Save Miguel".