domingo, 20 de julho de 2008

Clássicos - Se7en (1995)

Realizador: David Fincher.
Argumento: Andrews Kevin Walker.
Actores: Brad Pitt, Morgan Freeman, Gwyneth Paltrow.


Se7en é um dos melhores thrillers da história do cinema. Visualmente perturbador, ambiente pesado, personagens enigmáticas, cada uma com a sua história e todas as histórias interessantes. Um dos grandes trunfos de "Se7en" é que podemos dar atenção aos elementos de terror e suspense do filme sem por isso dar menos importancia aos outros aspectos como a construção de personagens, as ligações entre si (um bom exemplo disso sendo a ligação entre a personagem de Paltrow e a de Freeman) e, claro, o sempre "ausente" assassino. Talvez por ser ausente o filme praticamente todo, o assassino, quando aparece, tem um efeito tão brutal no espectador. Passamos uma boa hora a "ouvir falar" e a ver o que ele faz, o que aguça bem a curiosidade sobre este personagem. Chegamos mesmo a pensar se é algo humano, tais são as suas acções. Ao vê-lo finalmente percebemos que é muito mais humano do que se podia pensar. O assassino é Kevin Spacey (espero não estar a estragar nada a ninguém, mas acredito que quem leia isto já viu o filme e não há muita gente que leia isto) numa intrepertação curta, mas genial (como ele nos habituou ao longo dos anos).
Em termos técnicos, "Se7en" é o que se lhe pede: escuro, pesado, poluido (tendo uma grande cidade coberta de fumo e sujidade como cenário). Pelos movimentos de câmera e pela fotografia, reconhece-se bastante rápido o realizador deste filme: David Fincher. O seu estilo é comum entre "Se7en", "Fight Club" (filme que mais tarde ou mais cedo acabará também por ficar registado nesta secção do blog) e ainda "Alien 3". Em termos de banda sonora, Howard Shore faz o seu trabalho muito bem, tendo pormenores que lembram "O Silencio dos Inocentes". Fincher usa aqui um dos seus actores preferidos: Brad Pitt na pele de um detective acabado de se mudar para a cidade com a mulher (Paltrow, num bom papel). O detective, David Mills, é encarregue de investigar uma série de assassinatos, cada um respectivo a um dos sete pecados mortais. Mills é ajudado por William Somerset (Morgan Freeman), um detective prestes a retirar-se, que pensava já ter visto tudo o que havia para ver no mundo do crime. No entanto, o grau de bizarria destes assassinatos vão faze-lo mudar de ideias ao explorarem, ou pelo menos tentarem explorar, a mente complexa de um assassino em série.
O filme é sobre isso mesmo, explorar a mente de um assassino em série. E é fascinante o resultado, aprofundando mais e mais à medida que cada minuto de filme passa pelos nossos olhos. O final é um dos melhores que já se viu numa sala de cinema, dando uma reviravolta extraordinária. "Se7en" foi nomeado ao Óscar de melhor montagem, tendo ainda ganho 18 prémios a juntar a mais 17 nomeações.
Para a história fica um dos melhores argumentos do género.

(Na minha opinião, uma das cenas mais bem feitas do filme)

4 comentários:

Anónimo disse...

Essa foto serás depois de uma semaninha no caixão! Die motherfucker!

Anónimo disse...

serás tu

Anónimo disse...

Tenho um pénis colorido com sementes de sésamo barradas a limonada de chouriço com pintalgadas de mármore sedento de molhar o rabiosque na pontinha de pêssego da sua televisão.

Vitor Carvalho disse...

loooool

sim senhor